Archive for June, 2009

A segunda temporada de True Blood

Sem querer ser chato, mas já sendo, achei a season premiere de True Blood decepcionante, muito fraca. Sete meses de espera, expectativas, e o que vi foi um episódio arrastado, sonolento, sem continuidade, sem narrativa, enfim, abre um leque de possibilidades para o desenvolver da segunda temporada, mas nada que justifique o buzz em torno da série.

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Acho preocupante para True Blood que um dos grandes problemas do show está no casal protagonista. Fazer Sookie pagar peitinho ou mostrar a bunda do Bill não vai resolver o limbo em que os roteiristas enfiaram os dois. Quando há intrigas, por mais mundanas e maduras que sejam, há história. Quando tudo o que vemos é uma briga boba e uma declaração de amor piegas, cafona, escrita as pressas, é de se preocupar o que veremos para os dois virando a esquina, logo ali, ao fim da temporada. Espero que até lá eu queime a lingua e que a série volte aos eixos.

Os coadjuvantes também ficaram na mesmice. Tirando o plot da Maryanne, que apesar de super cliche – oh! a mulher misteriosa que ninguém sabe o que ela quer -, tem seu charminho, e, claro, a confirmação de que Lafayette – talvez o melhor coadjuvante do programa – está vivo. O resto são cenas desconexas encaixadas na season premiere. É tanta cena sem nexo uma com a outra, que independente da ordem, não mudaria em nada a narrativa da season premiere.

Mas enfim, quem se importa com o que penso? O que importa aos fãs é que True Blood retornou com muita força em termos de audiência neste segundo ano. O episódio teve um pico de de 3.7 milhões de telespectadores, maior audiência do canal desde a series finale de Sopranos.

‘Nurse Jackie’, cheiro de hit

Depois de Sopranos e de vencer diversos prêmios por sua atuação como Carmela Soprano na série, qualquer coisa que venha com o nome de Edie Falco é de se parar para assistir. Principalmente quando o assunto em questão é uma nova produção da Showtime, o cabo norte-americano mais controverso do momento – que exibe outras séries politicamente incorretas como Weeds, Californication e Dexter.

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Falco vive a personagem que da nome ao show, enfermeira que sofre problema crônico nas costas e busca o alívio através de drogas. Calma, as semelhanças com House terminam por aqui. Jackie é casada, tem duas filhas e é chefe de enfermagem do hospital em que trabalha. Todos os dias ela pega o metrô, enquanto sua chefe – diretora do hospital – e melhor amiga chega de taxi e salto alto Manolo Blahnik.

A série já causou polêmica nos Estados Unidos não só por mostrar uma funcionária de um hospital usando drogas, mas também por transar com médicos em troca de receitas, mostrar Jackie jogando uma orelha amputada de um paciente pela descarga, tirar a aliança todos os dias antes de entrar no trabalho, entre outros.

Nurse Jackie não só não deve nada para os grandes hits do canal, como já nasce com cheiro de sucesso. Engraçado, polêmico e com pequenos socos no estômago ao longo dos dois episódios disponíveis na Internet – apenas um já foi ar -, é de se esperar uma grande temporada do programa, que já estreou com o status de piloto mais assistido da história do canal, o que rendeu ao mesmo uma renovação precoce para uma segunda temporada.

A quinta temporada de ‘Weeds’

Recentemente, Mary-Louise Parker, a Nancy de Weeds, manifestou sem desejo em sair da série após o término desta quinta temporada. Mesmo com a chegada de Jennifer Jason Leigh, interpretando sua irmã Jill, seria uma perda irreparável para a produção. Em suma, Weeds não existe sem Parker.

A season premiere da quinta temporada confirma o que digo – todas as cenas em que a atriz está presente, são perfeitas.

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Retomando do ponto em que terminou o último ano, vemos Nancy domada por Estaban, que exige não só um teste de paternindade, mas um que comprove que o bebê é um homem, pois só com o consumo destes fatos ele poupará a vida de Nancy.

Enquanto isso, o plot da Celia sendo sequestrada por Quinn, sua filha, é excelente. Rodolfo, namorado de Quinn, liga para todas as pessoas que Celia conhece, mas ninguém está disposto a pagar o resgate da melhor amiga de Nancy. Enquanto isso, Doug, Andy e Silas cogitam plantar maconha em uma floresta nacional.

Weeds sempre demora um pouco para engatar. Uns três ou quatro episódios, mas a quinta temporada começa bem, com sobreforça, depois de um quarto ano meio sonolento e plots entediantes como a loja de fachada que Nancy comandava.

Vamos ficar de olho e torcer para que ainda vejamos Parker em muitas temporadas de Weeds.

O fim de ‘Prison Break’

Ta aí uma série que apanhou muito pelo caminho. Prison Break estreou na Fox em agosto de 2005 para cobrir espaço aberto na programação do canal. Nenhum executivo dava nada por um programa que falava sobre um homem tentando tirar seu irmão da cadeia tatuando a planta da mesma em seu próprio corpo, mas a audiência correspondeu e, meio que as pressas, a emissora olhou com mais carinho para aquela série que viria a ter quatro temporadas. Prison encerrou sua jornada no mês passado.

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A primeira temporada da série foi impecável. Ainda que a demora para que as coisas acontecessem irritasse um pouco, é inegável que através de seus cliffhangers, a série soube rapidamente achar seu público, que lhe garantiu uma segunda temporada. Alguns dizem que apenas a primeira temporada se salva, mas discordo. Acredito que a segunda manteve um nível muito bom, apresentando ainda aquele que seria um dos principais personagens do show nas temporadas seguintes: Alex Mahone, muito bem interpretado por William Fitchner.

O terceiro ano é de se apagar. Impossível engolir as reviravoltas apresentadas, mas, de novo, fomos apresentamos a outro ótimo personagem: Gretchen Morgan, vilã que não deve nada as grandes vilãs da TV.

Com a queda de audiência desde o começo da segunda temporada era eminente que o futuro da série estava há poucos episódios de distância e acertadamente, a Fox resolveu encerrar a série de maneira correta. A saga de Michael Scofield precisava de um final, e as vezes, continuamos acompanhando um programa justamente para saber como ele terminará, mesmo depois da qualidade do mesmo se deteriorar.

E com uma temporada derradeira que iniciou bem, teve seus tombos no meio e terminou de forma sensacional, Prison Break dá adeus a televisão norte-americana e fica a certeza que a série será muito bem lembrada no futuro, como referência de série sobre prisão, caça humana e perseguição.

Alguns falaram mal de ‘Prison Break – The Final Break’, o filme feito após o fim da série, mas eu gostei. Fiquei feliz de saber que o Michael morreu para libertar Sarah e a cena final é uma das coisas mais bonitas que já vi em seriado, ainda que cliche:  dada toda a temática da série, é arrepiante acabar com Michael dizendo: “We are free!”.

Para quem não entendeu porque todo aquele lance de colocarem a Sarah na prisão com a Gretchen e a demora na construção de vários outros personagens, há um tempo atrás rolou um boato de que Prison Break deixaria um spinoff, que seria ambientado em uma prisão feminina. Mas a idéia foi descartada recentemente pelos executivos da Fox. Talvez esta tenha sido uma resposta dos produtores do show: “Nós poderíamos fazer algo bacana.”

Arrested Development

Em 2003, um sujeito chamado Mitchell Hurwitz criou o que seria a melhor série de comédia já existente. Não é apenas minha opinião, é senso comum. Você já viu AD? Espero que sim.

Ao longo de três temporadas, Arrested nos apresentou o dia a dia dos Bluth, uma família disfuncional que precisa a aprender a gastar menos depois que patriarca, George Bluth, é preso por corrupção.

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Os personagens são maravilhosamente construidos. Temos os quatro filhos: Michael, Lindsay, Gob e Buster. O primeiro, é o único “normal” da família, aquele que assumirá os negócios e tentará – na maioria das vezes em vão – manter todos unidos. Já Lindsay, é casada com Tobias, mas vive a procura novos romances fora de seu casamento. Gob, o primogênito, talvez o personagem mais engraçado da série, é um mágico ilusionista, recentemente expulso da Aliança dos Ilusionistas, que ele mesmo criou. E Buster, o filho mais novo, que sempre ficou debaixo das asas de sua mãe e por isso, não possui nenhum tipo de habilidade social e ocasionalmente, sofre ataques de pânico.

Lindsay é casada com Tobias. Se uma expressão denominasse Tobias, esta seria “never-nude”. Como diz o próprio narrador da série – que no caso é o Ron Howard, que além de narrar também é produtor executivo -, a expressão é exatamente o que você imaginou. Tobias não consegue ficar nu e por isso, quando deveria estar pelado, está com um mini shortinho jeans desfiado. Michael possui um filho: George Michael. E Lindsay e Tobias possuem uma filha: Maybe. Sim, o nome da menina é Maybe. George Michael é apaixonado por Maybe, sua prima.

Por fim, temos Lucille, uma espécie de Benjamin Linus das comédias. Ela é tão manipuladora que sempre consegue colocar seus filhos um contra o outro e desde pequeno, os convence de coisas absurdas como quando diz a Lindsay que não tem problema comprar uma garrafa de vinho e bebe-la logo de manhã, pois o vinho só se torna alcoolico, após anos guardado.

Apesar de cult, a série conseguiu chamar atenção na cultura pop criando e viralizando diversas cenas e situações que até hoje são muito lembradas em sites como YouTube. Uma delas, é a Chicken Dance, onde os membros da família faziam uma dança RIDÍCULA: http://migre.me/1RWX. Escrevendo “chicken dance” no YouTube, você acha diversas impressões diferentes de fãs da série. Outro vídeo memorável é o que apresenta o advogado da família Bob LobLaw, nome que quando falado rápido, soa como BlaBlaBla: http://migre.me/1RXh. Sem falar no show de truques ilusão de Gob: http://migre.me/1RXm.

Arrested nunca teve a audiência que merecia, mas em suas três anos, teve o apoio incondicional não só dos críticos, mas também da FOX, emissora que exibia a série e odiada por muita gente por ter tirado o programa do ar. Na época, mesmo com audiências pífias, a FOX fez o que pode e deu o suporte necessário para que três temporadas fossem ao ar. Arrested ganhou diversos prêmios, incluindo o de Melhor Comédia no Globo de Ouro e o prêmio “Futuro Clássico” da TV Land.

Há alguns anos corre a notícia de que a série teria sua versão cinematográfica. Pois semana passada, o site Zap2It lançou a informação de que as filmagens já estariam rolando na Madison Square, em Nova York. Porém, uma fonte do site afirma que a informação não é verdadeira e que o roteiro do filme, ainda nem foi finalizado. Mas uma coisa é fato: o filme VAI acontecer.

Vá atrás da série, você vai me agradecer. E para os que já viram, revejam! Eu revejo todo ano e faz bem para a alma!

O piloto de ‘Glee’

Eu estava com a faca nos dentes, pronto para falar mal de ‘Glee’. Muitas coisas me desagradam no piloto, mas ao término dele, a sensação é de que se bem trabalhada, a série tem sim bastante potencial, como escrevi na coluna da semana passada.

Engraçado é que o piloto tem uma atmosfera de cinema indie norte-americano. O argumento não parece sustentar uma série, várias temporadas. E por Ryan Murphy (Nip/Tuck) estar por trás, fico ainda mais desconfiado. Nip/Tuck é uma novela travestida de seriado que ao não saber que rumo seguir, decide por apenas chocar quem assiste.

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‘Glee’ é uma mistura de filmes escolares como Eleição com High School Musical. Não dá para fugir do óbvio aqui, é isso mesmo. O grande problema é o elenco e o excesso de estereótipos – a negra que fala Y’ALL, o viadinho que se veste de Marc Jacobs, o atleta popular que no fundo é boa praça e a professora das cheerleaders com aquela postura dyke. Mas talvez seja aí, que a série consiga achar sua audiência, atraindo fãs das séries de adolescente da Disney, American Idol e outros seriados teens.

Ao término do piloto, a sensação é de que ‘Glee’ pode sim dar certo, ainda mais se levarmos em consideração que os shows teens de qualidade estão em baixa – sem falar que a próxima temporada de One Tree Hill, o melhor show teen no ar, deve ser a última.

E Fox, ainda há tempo para substituir Matthew Morrison, o professor Will, totalmente sem carisma aqui.

Beckstage #1

Coluna originalmente publicidada na Revista Paradoxo.

Terminator / Dollhouse

Realmente não sei o que dizer da renovação de ‘Dollhouse’ e o cancelamento de ‘Terminator: The Sarah Connor Chronicles’. As séries praticamente empatavam em todas as demos, tinham a mesma audiência quase toda semana, mas como uma diferença: a primeira é péssima enquanto a segunda, se tratando de TV aberta, era uma pequena jóia.

A Fox, entre outros motivos, alegou esgotamento criativo. Patético. Enquanto isso, os executivos da emissora renovam Dollhouse alegando que Joss Whedon tem um público muito fiel. A minha dúvida é: desde que TV é TV, para sobreviver, é preciso ter anunciantes. Para ter anunciantes, é preciso ter audiência. Quem sabe em um futuro próximo, exibições via streaming e downloads legais e ilegais contem, mas atualmente, ainda não conta. Sendo assim, onde está esta base de fãs fieis, seguidores de Whedon?

Prometo não falar mais deste assunto.

Criminal Minds

Achei a season de ‘Criminal Minds’ impecável, mas a finale, apesar de dupla e tudo mais, é muito fraca. OK, a decisão de exibir uma season finale dupla, em termos de audiência, foi acertada, não questiono isso. Mas o plot do episódio foi um dos mais fracos da temporada. E vamos combinar, este lenga lenga de terminar temporada de cop show com alguém levando um tiro já cansou. A série volta e o personagem, quando muito, está no hospital e sobrevive.

24 Horas

Ninguém merece Sprague Grayden em 24. Péssima em John Doe, Six Feet Under, Weeds, Over There, Joan of Arcadia, Sons of Anarchy e péssima em 24.

Agora, impressionante é como em todas as temproadas de 24 Horas, por trás de um grande ditador negro, sempre há um terrorista doméstico. Mesma fórmula over and over again. E, mesmo assim, admiro a capacidade dos produtores de levarem o show tão longe, ainda que a audiência não responda mais com tanto fervor.

Serião. A Kim Bauer deve ter jogado muita pedra na cruz, há sete anos que ela só atrai maluco, assassino, sequestrador, psychos de todos os tipos. Por mais gostosa que ela seja, se batasse aqui em casa, eu saia correndo.

A próxima temporada do seriado terá um novo cenário de fundo. Nova York substitui Los Angeles/Washington. O oitavo ano tem tudo para ser muito bom, ainda mais depois do boatos de que seria o último pior dia da vida de Jack Bauer.

Quanto a temporada, não achei TÃO boa igual falaram por aí. A Presidente Talor é muito fraca, pior é saber que ela volta para a próxima temporada. Outra coisa que me desagradou bastante foi a última cena da season finale. Sem sal. Pensar que 24 Horas já teve cliffhangers como Mia Kirshner tentando assassinar o Presidente Palmer.

Glee

A audiência da pré-estréia de ‘Glee’ foi boa. Foi acertada a decisão da Fox de levar ao ar o piloto agora e ter um feedback inicial não só de burburinho e crítica, mas de audiência. Glee, se bem trabalhada, tem tudo para se tornar o próximo hit da Fox.

Supernatural

Sensacional a season finale de ‘Supernatural’. O cliffhanger é previsível, mas o episódio em si é maravilhoso. Palmas para toda a temporada, sem dúvida a melhor. Quanto mais sombrio o show se torna, mais qualidade vemos nos episódios. Sem falar que este foi, foi o que mais vimos episódios mitológicos e o que menos vimos monsters of the week, o que sempre valoriza a série.

Melhor ainda é saber que o Misha Collins, o anjo Castiel, entra para o elenco regular na próxima temporada – que aliás, em minha opinião, deveria ser a última. Não só porque sou a favor de seriados com ciclos de cinco temporadas, mas porque acredito que a jornada dos irmãos Winchester deveria ter um fim anunciado e não esbarrar em um eventual cancelamento por parte da CW.

Lost

Não sou um fã entusiasta e incondiconal de Lost. Sou um admirador. Não acredito nos produtores quando dizem que desde o episódio piloto já tinham em mente o desenrolar de TODA a série. Aliás, quem acredita nisso?

Achei a quinta temporada boa. Só boa. É melhor que a terceira e a quarta, mas muito inferior a primeira e a segunda. Alguns personagens fazem a diferença, Faraday deu super certo, é verdade, outros ainda não vimos tudo que eles podem dar, caso de Miles – que, sem dúvida, terá um papel IMPORTANTÍSSIMO na temporada derradeira que se aproxima.

Quanto a season finale, é PÉSSIMA. Se eu quisesse brincar de escolhas e andar de lá pra cá, jogaria Doom. Incompreensível os personagens mudarem tanto suas motivações e opiniões.

Mas há de se fazer algumas ressalvas:

Fala-se muito mal do Jack, mas para mim, ele é um personagem fascinante e observar como, aos poucos, ele abandona a ciência e abraça a fé é de parar, levantar e aplaudir a construção do personagem.

Outra. A cena inicial da season finale É MEMORÁVEL, FABULOSA. Talvez a melhor coisa que tenha visto em Lost. Pensar nas implicâncias daquela cena é de explodir a mente.

No fim, após o término da série, Lost será lembrada como a primeira grande série do século XXI a ter um culto igual ao maior que o de Arquivo X. Mas também será lembrada  como a série que, por seis temporadas, construiu o que poderia ter sido exibidido em três. Parte culpa dos produtores, mas a grande culpa aqui é da ABC, claro, que visa potencializar ao máximo seus shows – basta ver o limbo criativo no qual Desperate Housewives se meteu após seu primeiro ano.

Fringe

Alguns falam muito mal de Fringe. Não bastasse carregar o rótulo de “novo Arquivo X”, é uma criação de JJ Abrams, criador de Felicity, Alias e Lost.

Para mim, é uma das melhores séries da temporada. Não acho que o show demore para ficar bom, igual dizem por aí. Acho que demora para achar seu caminho, sua trama, sua mitologia. E esta demora é justificável quando colocamos a temporada na balança e vemos os 20 episódios entregues. Fringe tem audiência, anunciantes, ótimos roteiros, um bom cast e, principalmente, uma ótima protagonista.

Tenho certeza que o caminho é longo para esta série – e assim torço, sou fã.

Quanto a season finale,  os últimos cinco minutos são sensacionais, o cliffhanger então… de cair o queixo – ainda que bastante apelativo. Mas o episódio como um todo, foi meia boca.

30 Rock

Sensacional a season finale de 30 Rock. Todas as participações especiais foram ótimas e colocar o Clay Aiken para ser primo do Kenneth foi GENIAL. You go, Tina Fey! A temporada em si teve seus altos e baixos, nem sempre participações mais que especiais seguram as pontas, exemplo de Steve Martin e Jennifer Aniston. Outras, como a de Oprah, foram ridículas de tão engraçadas.

Para a próxima temporada, alguém podia transformar o Dr. Leo Spaceman em regular. O personagem é PERFEITO!
Que tal uma compilação com TODAS as falas do Tracy Jordan desta temporada? http://migre.me/1jWC

That’s a deal-breaker, ladies!

***

Dexter

A quarta temporada de Dexter já tem data oficial de retorno:  27 de setembro. Outra boa notícia envolvendo a série, é que Keith Carradine voltará para viver novamente o agente Frank Landis.

My Name is Earl

Earl tinha uma pequena chance de sobreviver depois do cancelamento da série pela NBC. Ethan Suplee, o Randy, anunciou via Twitter que o programa está oficialmente cancelado depois de 96 episódios. O mais triste aqui é uma série tão bacana ficar sem um gran finale. Merecia.

24 Horas

Freddie Prinze Jr, casado com Sarah Michelle Gellar e astro dos filmes do Scooby-Doo, está confirmado no oitavo (e último?) dia mais difícil da vida de Jack Bauer – que terá sua  season premiere em 17 de janeiro de 2010.

Mad Men

A boa notícia é que a série, que anteriormente só voltaria em 2010, volta em agosto. A má notícia? Por causa da crise, a AMC pediu que todos os episódios da série tenham dois minutos a menos, assim a emissora pode colocar mais um comercial durante a transmissão do programa. Pode parecer pouco pra você, mas são 26 minutos a menos da melhor série no ar atualmente.


Editor


Pedro Beck é jornalista e crítico de TV.


Contato:
pedrobeck@gmail.com

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