Posts Tagged 'Heroes'

Audiência TV americana – 16/11

A Fox e a CBS empataram em primeiro lugar na demo qualificada, com a ABC levando a melhor em total de telespectadores. Algumas séries da ABC atingiram sua melhor audiência na temporada, enquanto, adivinha?, ‘Heroes’ atingiu seu novo recorde negativo.

A Fox levou ao ar ‘House’ e ‘Lie to Me’. A primeira fez 12.9 milhões de telespectadores e 5.1 pontos na demo qualificada 18-49, enquanto a segunda fez apenas 2.9 pontos e atraiu 7.8 milhões de telespectadores. As duas séries tiveram ligeiras quedas.

A CBS exibiu ‘How I Met Your Mother’ (8.4 milhões e 3.5 pontos), ‘Accidentally on Purpose’ (7.8 milhões e 3.0 pontos), ‘Two And a Half Men’ (14.1 milhões e 4.8 pontos) e ‘The Big Bang Theory’ (13.5 milhões e ótimos 5.1 pontos na demo – crescimento de 9%). A emissora fechou a noite com ‘CSI: Miami’ (13.5 milhões e 3.8 pontos).

Com sua finale se aproximando, ‘Dancing With the Stars’ da ABC foi muito bem, atingindo sua maior audiência na temporada: 10.9 milhões e 2.6 pontos.

‘Heroes’, na NBC, atingiu sua pior audiência na história: 5.1 milhões de telespectadores e 2.2 pontos na demo. ‘Trauma’, já cancelada, também foi muito mal: 5.2 milhões e 1.8 ponto. A emissora fechou a noite com ‘The Jay Leno Show’ em alta de 17%: 4.5 milhões e 1.4 ponto. o talk show contou com a participação de Taylor Lautner, co-estrela de ‘New Moon’.

A CW fecha a lista com ‘Gossip Girl’ e ‘One Tree Hill’. A primeira fez 2.6 milhões e 1.2 ponto, enquanto a segunda fez 2.2 milhões e o mesmo 1.2 ponto.

Os indicados ao People’s Choice Awards 2009

Sairam os nomes que vão concorrer ao People’s Choice Awards 2009. ‘Twilight’ e ‘True Blood’ estão entre os mais votados. Os fãs dedicaram mais de 18 milhões de votos para as duas atrações.

‘Twilight’ é o favorito a Melhor Filme, Franquia e Melhor Elenco (Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner). Stewart e Pattinson também concorrem individualmente por Melhor Atriz e Melhor Ator, enquanto Lautner concorre a Melhor Revelação.

people

‘True Blood’ foi nomeado para o prêmio Maior obsessão e Melhor Série Sci-Fi/Fantasia, enquanto Anna Paquin concorre a melhor Atriz de Drama.

Os fãs podem votar em seus favoritos no site oficial da premiação.

Veja aqui a lista completa de indicados relacionados a TV:

Série de Drama

CSI
Grey’s Anatomy
House
Lost
NCIS

Série de Comédia

Desperate Housewives
How I Met Your Mother
The Big Bang Theory
The Office
Two And a Half Men

Ator de Drama

Hugh Laurie
Kiefer Sutherland
Mark Harmon
Matthew Fox
Patrick Dempsey

Atriz de Drama

Anna Paquin
Blake Lively
Jennifer Love Hewitt
Katherine Heigl
Mariska Hargitay

Ator de Comédia

Alec Baldwin
Charlie Sheen
Jim Parsons
Neil Patrick Harris
Steve Carell

Atriz de Comédia

Alyson Hannigan
America Ferrera
Amy Poehler
Eva Longoria Parker
Tina Fey

Maior Obsessão na TV

Dexter
Gossip Girl
The Hills
The Secret Life of The American Teenager
True Blood

Talk Show

Chelsea Lately
Live with Regis & Kelly
The Ellen DeGeneres Show
The Oprah Winfrey Show
The Tyra Banks Show

Série de Sci-Fi/Fantasia

Heroes
Lost
Supernatural
The Vampire Diaries
True Blood

Show de Competição

American Idol
Dancing With the Stars
Project Runway
So You Think You Can Dance
Survivor: Samoa

Nova Série de TV

V
Eastwick
FlashForward
Melrose Place
Mercy
The Forgotten
The Good Wife
The Vampire Diaries
Three Rivers
NCIS: Los Angeles

Audiência TV americana – 09/11

Falou-se muito no menage que rolaria em ‘Gossip Girl’, mas foi a franquia CSI que apresentou um verdadeiro threesome com um crossover entre suas três séries: ‘CSI’, ‘CSI: Miami’ e ‘CSI: NY’ (dentro do episódio de ‘Miami’).

gossip

A primeira noite do crossover fez ‘CSI: Miami’ ter um crescimento modesto de 11%: 13.8 milhões de telespectadores e 4.0 pontos na demo qualificada. Já ‘Gossip Girl’, apesar do menage ter sido apenas um golpe publicitário, cresceu 20%: 2.3 milhões e 1.2 ponto.

A Fox ganhou a noite com ‘House’ (12.8 milhões e ótimos 5.1 pontos) e ‘Lie to Me’ (7.5 milhões e 3.0 pontos). ‘House’ cresceu 13%, enquanto ‘Lie’ subiu bons 25%. A demo de ‘House’ foi a melhor da noite.

Em segundo lugar, a CBS com suas comédias: ‘How I Met Your Mother’ (9 milhões e 3.5 pontos), ‘Accidentally on Purpose’ (8.2 milhões e 3.0 pontos), ‘Two And a Half Men’ (14.1 milhões e 4.4 pontos) e ‘The Big Bang Theory’ (12.4 milhões e 4.5 pontos).

‘Dancing With the Stars’ da ABC, fez 17.7 milhões e 3.5 pontos, enquanto ‘Castle’ fechou a noite da emissora com 10.7 milhões e 2.5 pontos na demo.

A NBC ficou em quarto com ‘Heroes’ (5.3 milhões e 2.3 pontos, a menor audiência da história da série), a cancelada ‘Trauma’ (5.4 milhões e 1.8 ponto) e ‘The Jay Leno Show’ (4 milhões e 1.2 ponto).

Além de ‘Gossip Girl’, a CW também exibiu ‘One Tree Hill’ (2.7 milhões e 1.2 ponto).

Audiência TV americana – 02/11

O jogo 5 do World Series impressinou a todos e deu 17.1 milhões de telespectadores para a Fox e 5.3 pontos na demo qualificada 18-49. A audiência foi 33% maior do que o mesmo dia e horário há um ano atrás, e foi o Jogo 5 mais assistido e melhor qualificado desde 2003 (Yankees Vs. Marlins).

THE BIG BANG THEORY

Enquanto isso, a CBS voltou a exibir seus seriados depois de muitas reprises na semana passada. ‘How I Met Your Mother’ (8.8 milhões e 3.5 pontos), ‘Accidentally on Purpose’ (8.1 milhões e 3.1 pontos) ficaram estáveis. Já ‘Two And a Half Men’ (13.5 milhões e 4.4 pontos) e ‘The Big Bang Theory’ (12.7 milhões e 4.7 pontos) cairam 8% e 11%, respectivamente, assim como ‘CSI: Miami’ que fechou a noite com 9.4 milhões e 3.6 pontos.

A ABC exibiu ‘Dancing With the Stars’ (16.7 milhões e 3.4 pontos) e ‘Castle’ (9.4 milhões e 2.4 pontos). As duas séries tiveram quedas ligeiras.

Já a NBC, ah a NBC… ‘Heroes’ até que subiu um pouquinho, fechando em 6.2 milhões e 2.6 pontos. ‘Trauma’ foi bem depois de ter sido cancelada semana passada pela emissora. Fechou em 5.8 milhões e 1.9 ponto. Já ‘The Jay Leno Show’ caiu um pouco e atingiu novo recorde negativo nas noites de segunda-feira: 3.9 milhões e 1.2 ponto.

A CW exibiu ‘One Tree Hill’ (2.3 milhões e 1.1 ponto) em queda de 15%, e ‘Gossip Girl’ (2 milhões e 1.0 ponto), em queda preocupante de 17%.

NBC cancela Trauma e pede mais Chuck

Depois de algumas semanas de indecisão, a NBC finalmente cancelou o drama ‘Trauma’ e desistiu de encomendar novos episódios.

A palavra final da emissora era muito esperada não só pelos fãs de ‘Trauma’, mas pelos de ‘Chuck’, já que a segunda teve números irregulares em sua última temporada e era fato que não havia espaço para os dois programas na grade da emissora. Com a decisão, ‘Chuck’ tem tudo para se sentir a vontade nas noites de segunda-feira, onde fará dobradinha com ‘Heroes’.

chuck

A NBC planeja continuar exibindo o drama médico até seu 13o episódio, que deve servir de series finale. Depois disso, a produção do show será encerrada.

Outro fato que pesou contra ‘Trauma’ era seu custo, já que era o programa mais caro da emissora na fall season e teve números insatisfatórios desde sua series premiere.

A prova de que a sobrevida de ‘Chuck’ dependia de um suspiro final por parte de ‘Trauma’ é que ontem mesmo a NBC encomendou seis novos episódios da primeira.

‘Chuck’, que voltaria apenas em março, deve ser adiantado para janeiro. Com os seis episódios, a demanda da próxima temporada da série sobe de 13 para 19 episódios.

Audiência TV americana – 26/10

A CBS, que sempre vence as noites de segunda, resolveu reprisar todas as suas séries. Melhor para as outras emissoras: a ABC ficou na liderança e séries que estavam em baixa ganharam audiência.

gossip

A ABC fechou a noite no primeiro lugar com ‘Dancing With the Stars’ (17.7 milhões e 3.7 pontos na demo qualificada 18-49), crescimento de 3%, ‘Castle’ (11.1 milhões e 2.8 pontos), crescimento importante de 17%, aproveitando a reprise de seu concorrente de horário ‘CSI: Miami’.

A CBS mesmo com as reprises conseguiu fechar a noite em segundo lugar, e mais importante ainda: mesmo reprisando ‘Miami’, venceu no horário das 10pm, apesar da boa audiência de ‘Castle’.

A Fox, terceira colocada, levou ao ar um especial Top 20 de ‘So You Think You Can Dance’, que fez apenas 2.6 pontos na demo e atraiu 5.8 milhões de telespectadores. Outra que foi muito mal, foi ‘Lie to Me’, que atingiu sua menor audiência na temporada: 6.3 milhões e 2.4 pontos. Mas há uma explicação: sua lead-in, ‘House’, reprisou um episódio.

Na NBC, quarta colocada, ‘Heroes’ ficou igual com 5.9 milhões e 2.5 pontos, ‘Trauma’ continua lutando para sobreviver (5.8 milhões e 1.9 pontos, crescimento de 6%, atingindo sua melhor audiência até aqui). Porém, no horário das 10pm, ‘The Jay Leno Show’ caiu 7%, fechando a noite com 4.6 milhões e 1.3 ponto. A audiência não é alarmante, mas preocupante, já que o lead-in de ‘Leno’ foi bem e seu concorrente levou ao ar uma reprise.

Boas notícias para a CW. ‘One Tree Hill’ teve um crescimento de 30%: 2.7 milhões e 1.3 ponto. É a maior audiência da série nesta temporada. ‘Gossip Girl’ cresceu 9% na demo qualificada (18-49) e 20% na demo-chave para a CW (18-34), fechando a noite da emissora com 2.2 milhões e 1.2 ponto.

Audiência TV americana – 19/10

Mais uma noite com vitória da CBS. A segunda-feira da emissora é muito forte e levou ao ar ‘How I Met Your Mother’ (8.8. milhões de telespectadores e 3.5 pontos na demo qualificada 18-49), ‘Two And a Half Men’ (14.1 milhões e 4.8 pontos na demo), ‘The Big Bang Theory’ (13.5 milhões e 5.3 pontos – recorde de audiência da série no dia e horário), ‘Accidentally on Purpose’, com 8.3 milhões e 3.3 pontos, subindo 10% e atingindo sua melhor audiência na temporada e ‘CSI: Miami’ (13.2 milhões e 3.9 pontos).

THE BIG BANG THEORY

Engraçado aqui é a audiência de ‘Accidentally’. É a mais baixa da forte segunda-feira da CBS, mas outras emissoras se matariam para ter uma série com esta audiência. O futuro da série, se será renovada ou cancelada, ainda é incerto.

A Fox ficou em segundo lugar exibindo baseball (audiência ainda incerta), ‘House’ (11.7 milhõees e 4.5 pontos) e ‘Lie to Me’ (7.8 milhões e 2.9 pontos).

A ABC ficou em terceiro com ‘Dancing With the Stars’ (16.8 milhões e 3.6 pontos) e ‘Castle’, com 9.7 milhões, 2.4 pontos e agora com a certeza que terá temporada completa com demanda de 22 episódios.

A NBC, pra variar, fechou a noite em quarto lugar com ‘Heroes’ (5.7 milhões e 2.5 pontos), ‘Trauma’ (5.5 milhões e 1.8 ponto) e ‘The Jay Leno Show’ (4.7 mihões e 1.4 ponto). Foi a menor audiência de Leno às segundas-feiras.

A CW exibiu ‘One Tree Hill’ e ‘Gossip Girl’. A primeira ficou com 2.2 milhões e 1.0 ponto. Queen B e Serena ficaram com 2.0 milhões e 1.1 ponto.

Audiência TV americana – 12/10

A CBS e a Fox disputaram o posto de primeira colocada na segunda a noite nos EUA. A CBS vence a maioria das noites e a Fox vence a maioria das segundas. Adivinha quem levou a vitória ontem?

house

A CBS, é claro. Na demo qualificada. A emissora exibiu ‘How I Met Your Mother’ (8.6 milhões de telespectadores e 3.5 pontos na demo qualificada 18-49), ‘Accidentally on Purpose’ (7.8 milhões de telespectadores e 3.0 pontos), ‘Two And a Half Men’ (13.9 milhões e 4.6 pontos), ‘The Big Bang Theory’ (12.8 milhões e 4.8 pontos) e ‘CSI: Miami’ (12.9 milhões e 4.0 pontos). ‘Big Bang’ subiu 12%.

A Fox venceu segunda passada, mas esta semana caiu para segundo exibindo ‘House’ (12.9 milhões e 5.0 pontos) e ‘Lie to Me’ (7.8 milhões e 2.8 pontos). As séries tiveram queda de 7% e 10%, respectivamente. ‘House’ foi a série que atingiu o maior número de pontos na demo qualificada.

Vale a pena parar um segundo e olhar novamente os programas da CBS. A audiência de cada um deles. É impressionante como a emissora é forte, noite após noite. Não tem ‘House’ que dê conta de tanto show bom, ou com boa audiência.

A ABC ficou em terceiro exibindo um episódio duplo de ‘Dancing With the Stars’ (16.5 milhões e 3.5 pontos, o programa mais assistido da noite). ‘Castle’ (10.0 milhões e 2.4 pontos) cresceu 9%.

Em quarto, a NBC. A emissora exibiu a esgotada ‘Heroes’ (5.6 milhões e 2.4 pontos), a fraquíssima ‘Trauma’ (5.5 milhões e 1.8 pontos) e ‘The Jay Leno Show’ (4.9 milhões e 1.5 pontos).

A CW como sempre fecha a lista. ‘Gossip Girl’ e ‘One Tree Hill’ cresceram 9%. A primeira fechou a noite com 2.5 milhões e 1.2 ponto, enquanto a segunda fechou com 2.6 milhões e o mesmo 1.2 ponto.

Audiência TV americana – 05/10

O Sunday Night Football bombou na ESPN e derrubou as audiência de todas as emissoras. A ABC se deu bem na noite de segunda-feira, com a exibição de ‘Dancing With the Stars’ (4.0 pontos na demo qualificada 18-49 e 17.8 milhões de telespectadores), enquanto ‘Castle’ (11.6 milhões e 3.0 pontos) mostrou crescimento importante na demo mais importante: 36% em relação a semana passada – apesar deste número não ser final e ainda poder sofrer alteração.

THE BIG BANG THEORY

Esta foi mais uma segunda-feira em que a Fox ganhou a noite: ‘Lie To Me’ fez 8.1 milhões de telespectadores e 3.0 pontos, enquanto ‘House’, em queda de 12%, ainda ótimos 13.1 milhões e 5.1 pontos.

‘Trauma’, da NBC, vai mal: apenas 1.8 ponto na demo e 5.5 milhões de telespectadores, audiência 18% menor que a sua já baixa audiência de estreia. Já ‘Heroes’ continua em declínio desenfreado: 5.4 milhões de telespectadores e 2.3 pontos (queda de 8%). ‘The Jay Leno Show’ fechou a noite com 1.4 ponto na demo e 4.3 milhões de telespectadores – e a audiência do programa começa a preocupar um pouquinho.

Na CBS, segunda colocada da noite, as séries tiveram declínios de 5% a 15%. Mesmo sim, ‘The Big Bang Theory’, apoiando com força no lead-in de ‘Two And a Half Men’ (13.3 milhões e 4.4 pontos), fechou a noite com ótimos 12.3 milhões de telespectadores e 4.5 pontos na demo qualificada.

Audiência TV americana – 28/09

A noite era de expectativa por conta da series premiere de ‘Trauma’, nova série de ação da NBC sobre paramédicos. E a estréia foi decepcionante, ficando em último lugar no slot das 9pm e falhando em reter a audiência de ‘Heroes’, lead-in do programa. A volta de ‘Lie to Me’ e sua segunda temporada obteve números modestos.

trauma

A Fox ganhou a noite com ‘House’ em queda em relação a semana passada. 14.7 milhões de telespectadores e 5.8 pontos na demo qualificada 18-49: audiência 15% menor a da season premiere. ‘Lie to Me’ voltou com 7.7 milhões de telespectadores e 2.9 pontos na demo, perdendo 41% da audiência quando comparada a sua series premiere no começo do ano. Ainda assim, é uma audiência boa, e melhor que o retorno de ‘Prison Break’ na temporada passada, no mesmo horário.

Em segundo lugar, uma forte CBS com os segundos episódios de ‘Two And a Half Men’ (13.9 milhões de telespectadores e 4.8 pontos) e ‘The Big Bang Theory’ (13.3 milhões e 5.3 pontos). A segunda teve crescimento de 9% enfrentando ‘Trauma’ – semana passada enfrentou ‘Heroes’. Vale lembrar ainda outro dado importantíssimo: é a maior audiência da história do seriado nerd.

‘How I Met Your Mother’ se manteve firme mesmo sem Neil Patrick Harris que ficou fora do episódio devido as gravações do Emmy Awards. A série marcou 3.6 pontos e atingiu 8.7 milhões de telespectadores. Já ‘Accidentally on Purpose’ teve pequena queda de 6%, fechando o slot das 8pm com 8 milhões de telespectadores e 3.1 pontos na demo qualificada. ‘CSI: Miami’ fechou a noite da emissora com queda de 5%: 13.5 milhões e 4.1 pontos.

A ABC foi a terceira da noite mesmo com o episódio duplo de ‘Dancing With the Stars’ que abocanhou 3.7 pontos, atraindo 17 milhões de telespectadores. Apesar do número alto de pessoas assistindo, vale lembrar mais uma vez: o que realmente importa é a audiência qualificada, ou seja, pessoas de 18 a 49 anos. E nesta demo, o programa não foi bem e teve queda de 12%. ‘Castle’ voltou regular com 9.6 milhões de telespectadores e 2.3 pontos na demo: números suficientes para uma temporada completa, caso a série consiga se manter neste patamar.

Em quarto lugar, a NBC e o segundo episódio de ‘Heroes’: 5.7 milhões de telespectadores e 2.5 pontos – queda de 11%. Já ‘Trauma’, a estréia da noite, teve queda de 23% quando comparada a estréia de ‘My Own Worst Enemy’, no mesmo horário, há um ano atrás: 6.7 milhões de telespectadores e 2.2 pontos na demo. Além disso, a crítica pegou pesado com o seriado. Esta deve ser a única season premiere da série – que tem sim, chances de ganhar uma temporada completa. ‘The Jay Leno Show’ fechou a noite da emissora com 5.5 milhões e 1.7 pontos.

Em último lugar, a CW: ‘One Tree Hill’ fez 2.5 milhões de telespectadores e 1.1 ponto enquanto ‘Gossip Girl’ melhorou um pouco em relação a semana passada: 2.4 milhões e 1.2 ponto na demo.

Rapidinhas do Twitter – Semana 21/09

*post atualizado durante toda a semana.

Debandada no elenco de ‘Law & Order: CI’

Segundo fontes do seriado, é de se esperar que os atores Vincent D’Onofrio, Kathryn Erbe e Eric Bogosia deixem a produção da franquia ao longo da nona temporada.

Julianne Nicholson deixou o programa na temporada passada, com isso, a esperança de Dick Wolf caem nos ombros de Jeff Goldblum, que entrou para o elenco fixo na última temporada, ao lado da atriz Saffron Burrows.

Atriz de Gossip Girl ganha medida cautelar contra ex-marido

Kelly Rutherford, a Lily do seriado ‘Gossip Girl’, exibido pela CW, obeteve esta semana uma medida cautelar contra o ex-marido Daniel Giersch, segundo a revista People.

A atriz procurou a justiça depois que Giersch começou a seguir a atriz, sua mãe e a babá de seus filhos, além de seguidas ameaças.

O ex-casal briga pela disputa dos filhos desde 2008.

Qualidade ou propaganda?

O NYT publicou uma matéria interessante em seu site indagando sobre a qualidade da programação da TV norte-americana: teria ela melhorado ou a propaganda e o famigerado buzz é que anda fortes? Clique aqui para ler.

ABC prepara nova série policial

Depois de estrear ‘The Forgotten’, de Jerry Bruckheimer, ABC já prepara ‘Hopscotch’, cop show do produtor para a próxima temporada. O piloto está sendo escrito por Chris Levinson.

Os detalhes até aqui são poucos, mas parece se tratar de uma série de investigações de homicídios durante diversos dias não-consecutivos.

Detalhe curioso: Chris Levinson, o roteirista, é filho de Richard Levinson, produtor famoso por ter estabelecido o gênero na TV norte-americana com shows como ‘Columbo’ e ‘Murder, She Wrote’.

Gossip Girl da vida real

A CW encomendou a produção de um piloto de reality show sobre uma gossip girl da vida real. A emissora explorará a vida de jovem e rica Tinsley Mortimer, socialite de Manhattan. Mortimer é apontada pelos jornalistas de celebridades – e pela Nylon – como a “next big thing”.

A jovem também participou da season premiere da segunda temporada de ‘Gossip Girl’ e foi juri do programa ‘Fashion Show’, que vai ao ar no canal a cabo Bravo, nos EUA.

A demanda para este novo reality é de oito episódios de meia hora. A produção executiva é de Andrew Gassman e Mike Aho.

ABC estreia ‘FlashForward’

A ABC leva ao ar hoje a series premiere de ‘FlashForward’, piloto mais guardado da fall season norte-americana.

O NYT escreveu uma crítica do piloto que é destaque na Home de Arts da versão online do jornal. Clique aqui para ler. Quanto a minha opinião sobre o piloto, foi publicada na Revista Paradoxo. E, claro, aqui no blog.

Jennifer Morrison, a Cameron, está saindo de ‘House’

A Entertainment Weekly deu agora pouco com exclusividade: a atriz Jennifer Morrison, que por cinco temporadas interpretou Cameron em ‘House’, está se despedindo do seriado.

O que foi dito é que a atriz não teria pedido desligamento ou sido demitida. Esta seria uma decisão criativa da produção. Considerando que Jesse Spencer continua na série no papel de Chase, já da pra ter uma idéia do que vai acontecer, né?

Stephen Root vai participar de ’24 Horas’

O ator Stephen Root vai participar de dois episódios do oitavo dia mais difícil da vida de Jack Bauer. Root fará o papel de Ben Prady, oficial do Departamento de Correção. O ator já foi visto este ano no drama ‘True Blood’, da HBO.

Oito cenas que não queremos ver

O TV Guide fez uma lista divertida das oito cenas de sexo que NÃO queremos ver na TV. Confira aqui.

Quer saber tudo que vai acontecer na sua série favorita?

Spoilers de ‘CSI’, ‘True Blood’, ‘The Office’, ‘Fringe’, ‘Dexter’, ‘Bones’, ‘Heroes’, ‘Heroes’, ‘Mad Men’, ‘Smalville’ e muito mais, aqui.

Retornos e estreias na TV

Para quem ainda não viu ‘FlashForward’, um dos pilotos mais antecipados da fall season, vale a pena deletar o pre-air e baixar o piloto em HD, que vai ao ar hoje nos EUA. Outras séries que voltam hoje: ‘Grey’s Anatomy’, ‘CSI’ e ‘The Mentalist’.

Simon Cowell e Fox querem versão americana de ‘X Factor’

A Fox está prestes a fechar um contrato milionário com Simon Cowell, que além de juri do ‘American Idol’, é criador do show de talentos britânico ‘X Factor’.

Já faz tempo que o jurado demonstra vontade de trazer sua cria inglesa para a tv norte-americana, mas seu contrato com ‘American Idol’ sempre o impediu.

Mas agora parece que o desejo é mútuo e as primeiras conversas já aconteceram. A idéia da Fox é ter uma versão US de ‘American Idol’ para a temporada 2011-2012 e assim, segurar Cowell como jurado de Idol até a mesma época.

Em movimento ousado, CW encomenda temporadas completas

A CW parece determinada a ganhar a confiança de seus fãs (tem alguém ai?). Na noite de ontem, em atitude surpreendente, a emissora encomendou novos episódios ao drama ‘One Tree Hill’ e as novatas ‘Vampire Diaries’ e ‘Melrose Place’.

O canal aberto havia encomendado apenas 13 episódios do drama veterano, mas agora com o anúncio, a temporada completa está confirmada. Quanto a Diaries, a aposta é grande, já que o novo drama teen-vampiresco teve a premiere mais assistida da história da CW.

Já Melrose, até aqui foi só decepção. Mas os executivos parecem estar com paciência, assim como tiveram a mesma paciência com a turma de ’90210′. E desde que Heather Locklear confirmou sua volta a Melrose, o futuro parece menos tenebroso – será?

NBC compra ‘The Mountain’

A NBC foi até o Canadá atrás de novidades. A emissora acaba de adquirar ‘The Mountain’, co-produção canadense sobre uma mulher que se muda com sua família para as montanhas, onde herdou uma cabana de seu suposto falecido avô.

As filmagens começam no mês de outubro em Montreal e Doug Barr, que escreveu o piloto, também acumulará a função de diretor e produtor executivo, ao lado de Joel Rice e Jeff Grant.

O piloto possui duas horas de duração e tem o formato de telefilme. Ele serve como cartão de visitas para um eventual sinal verde da emissora para produzir um seriado.

FX prepara série animada para 2010

A FX está prestes a se aventurar nas animações. O canal a cabo norte-americano fechou parceria com a empresa Shine Intl. para produzir uma animação com previsão de estréia para 2010.

‘Archer’, título do projeto, será um thriller animado sobre espiões. No elenco estão Jon Benjamin, na voz do espião-mestre Sterling Archer, Jessica Walter, Aisha Tyler, Chris Parnell e Judy Greer.

JJ Abrams prepara nova comédia para Fox

A Bad Robot, produtora de JJ Abrams (criador de ‘Alias’ e ‘Lost’) fechou um contrato com a Fox para escrever uma nova comédia para o canal. Mike Markowitz foi chamado para roteirizar a idéia.

O show ainda não tem título e detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo por Abrams, que produzirá a comédia. O que se sabe até aqui é que o programa é descrito como uma “comédia médica”. Algo na linha de Scrubs, talvez?

Lembrando que não é a primeira vez que a Bad Robot se aventura nas comédias. Em 2006-2007, a produtora de JJ produziu ‘What About Brian’.

Betty White como ela mesma em ’30 Rock’

Betty White aparecerá como ela mesmo em ’30 Rock’. Famosa por ser uma das Golden Girls, White gravará sua participação na semana que vem.  Segundo Tina Fey, agora o seriado corre atrás de Meryl Streep, Paul McCartney, Robert Pattinson e Justin Timberlake.

Spin-offs memoráveis

O TV Guide fez uma lista super bacana com os 12 spin-offs mais memoráveis da TV norte-americana. Clique aqui para conferir. Na lista, nomes muito importante na história dos seriados como ‘Rhoda’, ‘Frasier’ e ‘The Jeffersons’.

Novidades no elenco de ‘Damages’

Campbell Scott e Martin Short entram para o elenco fixo de ‘Damages’. Enquanto isso, a produção anunciou outros dois nomes de peso que farão participações na terceira temporada. São eles: Keith Carradine e Lily Tomlin. As filmagens do novo ano iniciam hoje, 23 de setembro.

Spielberg prepara série para Showtime

O diretor e produtor Steven Spielberg prepara nova série para o canal a cabo norte-americano Sowtime. O show deverá narrar os bastidores de uma produção musical da Broadway. O bacana aqui é que o seriado acompanhará a pré-produção, produção e pós-produção da peça. E após isso, a peça sai da telinha e entra em cartaz de verdade.

Lost

A ABC liberou nesta terça-feira, 22/09, o título do quarto episódio da sexta temporada de ‘Lost’: ‘The Substitute’. Lembrando que os outros três primeiros já tinham vazado: ‘LA X’ (S06E01 e S06E02) e ‘What Kate Does’ (S06E03, lembrando que o nome do S02E09 é ‘What Kate Did’).

Geralmente, os quartos episódios das temporadas de ‘Lost’, são focados em… Locke. Agora, volte pro nome do episódio. Faz sentido, não?

Heather Locklear está de volta a Melrose Place

Heather Locklear, a eterna Amanda Woodward, vai voltar para o remake de ‘Melrose Place’. No começo do ano, a atriz descartou reprisar o papel que a lançou ao estrelado, mas parece que Locklear mudou de idéia.

O anúncio foi feito esta semana pela The CW e a primeira participação da atriz no programa deve acontecer no dia 17 de novembro. Detalhes de sua volta não foram divulgados – há especulações de que ela seria relacionada a Ella -, mas sabe-se que ela voltará a morar no prédio em que habitou na versão original do seriado.

CBS encomenda novos pilotos

A CBS está produzindo dois novos dramas. Um do roteirista Peter Tolan (‘Rescue Me’) e outro de Ed Redlich (‘Without a Trace’). Os dois são produções da Sony Pictures TV e possuem grandes multas caso seus pilotos não sejam produzidos. O projeto – sem título – de Tolan é sobre um professor excêntrico que desvenda crimes. O piloto está sendo escrito em quatro mãos, as outras duas são de Michael Wimer.

Já ‘The Remember’, de Redlich, é focado em uma detetive de Nova York que tem a habilidade de lembrar absolutamente tudo que passa por sua vida. Sarah Timberman e Carl Beverly são os outros dois nomes atrelados ao piloto.

25 séries que fracassaram

A Entertainment Weekly fez uma matéria SUPER bacana com as 25 séries mais hypadas da história que deram errado. Todos os anos diversas produções atingem o status de hit antes mesmo de sua estréia, e o que se vê depois é um fracasso de crítica e audiência que gera um cancelamento muitas vezes prematuro.

Entre alguns nomes, estão ‘The Fugitive’ (95-96), ‘Watching Ellie’ (2002-2003), ‘My Own Worst Enemy’ (2008), ‘The Lone Gunmen’ (2001), ‘Karen Sisco’ (2003-2004), ‘Smith’ (2006), e talvez o principal de toda a história da TV: ‘Studio 60 On the Sunset Strip’ (2006-2007). Confirma a lista completa aqui: http://is.gd/3zaRq

The Good Wife

Hoje tem series premiere de ‘The Good Wife’, novo drama da CBS e uma das minhas apostas pra fall season. A série é estrelada por Chris Noth (o Mr Big de ‘Sex and The City’) e Julianna Margulies. Noth faz o papel de um político protagonista de uma sex tape que vaza para a mídia. Margulies faz o papel de sua esposa. A série foi destaque na home do NYT: http://is.gd/3za05

Glee

A série ‘Glee’ mal estreou e já recebeu uma temporada completa da Fox. A emissora norte-americana encomendou outros 9 episódios, além dos 13 planejados inicialmente. Portanto, a demanda total é de 22 episódios. ‘Glee’ é uma criação de Ryan Murphy, que já nos trouxe ‘Nip/Tuck’.

Obama

Presença de Obama ontem no Letterman deu ao talk show sua maior audiência em quatro anos, audiência 195% maior que a de Conan O’Brien.

Audiência TV americana – 21/09

A Fox venceu a noite. O retorno de ‘House’ segurou 16,5 milhões de pessoas no sofá, marcando 6.5 pontos na demo 18-49. Quando comparada com a estréia do ano passado, a audiência desta premiere foi 14% maior. Esta também foi a primeira vez na história que a Fox ganhou a noite com a volta de uma temporada do seriado.

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A CBS ficou em segundo. ‘CSI: Miami’ marcou 4.3 pontos e foi assistido por 13.7 milhões de pessoas. Com exceção de ‘The Big Bang Theory’ (4.6 pontos e 12,8 milhões de pessoas assistindo), todas as séries da emissora cairam um pouco e com CSI não foi diferente, com 17% a menos de audiência.

‘How I Met Your Mother’ marcou 3.5 pontos e alcançou 9,2 milhões de telespectadores e a nova comédia ‘Accidentally on Purpose’ fez parecido: 9 milhões de telespectadores e 3.2 pontos.

Em terceiro, a ABC. Apesar da boa audiência, a volta de ‘Dancing With the Stars’ foi a menor audiência da história do programa com 17,5 milhões de telespectadores e 4.1 pontos. ‘Castle’ também decepcionou com apenas 2.3 pontos e 9.4 milhões telespectadores.

A NBC ficou em quarto. A premiere dupla de ‘Heroes’ foi uma piada, alcançando apenas 6 milhões de telespectadores e 2,7 pontos na demo: uma queda de 46% em relaçao ao ano passado. Mais tarde, ‘The Jay Leno Show’ fez 5.7 milhões de telespectadores com 1,8 ponto na demo e ficando abaixo de 2.0 pontos pela primeira vez desde sua estréia.

A The CW, pra variar, ficou em último. Mesmo com a forte concorrência desta semana, ‘One Tree Hill’ conseguiu manter sua audiência e segurou 2,5 milhões de pessoas com 1.2 ponto na demo mais importante. Já ‘Gossip Girl’, caiu feio: 21% de queda comparado com a premiere da semana passada, abocanhando 2,1 milhões de telespectadores e apenas 1.1 ponto.

A história do Golden Globe e todos os vencedores

Pense nas dez séries mais premiadas da história do Globo de Ouro. Arriscaria um palpite? Seinfeld? Six Feet Under? Com certeza não. Arquivo X? Sopranos? Sim, sim, talvez. M*A*S*H? Definitivamente!

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Pesquisando os prêmios do Globo de Ouro, imaginem minha surpresa ao descobrir que M*A*S*H, com nada menos do que oito estatuetas, encabeça ao lado de Sex and the City e All in the Family (!), a lista das séries mais vencedoras da premiação que incluem programas para lá de bizarros como, por exemplo, o The Carol Burnett Show. Oito estatuetas pode parecer pouco para as três séries mais vitoriosas do Globo de Ouro, mas se pensarmos que a premiação tem bem menos categorias para televisão do que o Emmy e que em algumas categorias ainda concorre junto com o cinema (como os coadjuvantes), oito acaba se tornando um bom número.

O Globo de Ouro é uma premiação norte-americana criada em 1944 que visa premiar os melhores filmes e os melhores programas de televisão do ano. Não é a toa que é considerado uma prévia do Oscar: a audiência e sua tradição perdem apenas para a festinha dos tios da Academia e para o Grammy, respectivamente. A premiação, que tradicionalmente acontece no começo de todo ano, é baseada quase que por completo, nos votos de mais de 80 veículos jornalísticos de Hollywood.

Apesar do primeiro Globo de Ouro ter sido em 1943 e ter ido parar nos estúdios da 20th Century Fox, foram apenas 12 anos depois, em 1956, que surgiram na cerimônia os prêmios para os melhores da televisão. Porém, a coisa era ainda um pouco confusa, com prêmios diferentes a cada ano, sem um padrão ano após anos. Apenas em 1970, foi estabelecido o conceito que conhecemos hoje, o de Melhor Drama, Comédia/Musical, Ator, Atriz, Ator e Atriz coadjuvante. Ou seja, pode-se dizer que a história do Globo de Ouro para os aficionados por televisão tem apenas 39 anos.

Partindo desse princípio, criei uma lista com as dez séries mais vitoriosas de todos os tempos (que na verdade são 11 – calma aí que já explico) na categoria televisão. Saiba qual foi a primeira série a ganhar o prêmio, qual série mais ganhou, com quem ela concorria, quais eram as expectativas e muito mais!

Sopranos, Arquivo X, L.A. Law, Dinastia, Alice e The Carol Burnett Show

Em último lugar, com cinco votos para cada, temos seis séries. Com isso, o TOP 10 acaba virando TOP 11, pois acima dessas seis, empatadas, temos cinco séries com mais do que cinco estatuetas.

The Carol Burnett Show

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De todas as dez séries, a primeira a ganhar o prêmio de melhor série (no caso programa) foi The Carol Burnett Show, em 1971, humorístico ao vivo – diferente da maioria dos programas da época que eram pré-gravados) apresentado por Carol Burnett, Tim Conway, Harvey Korman, Vicki Lawrence e Lyle Waggoner que levou ao ar originalmente na CBS 278 episódios entre 1967 a 1978.

O programa, longe de revolucionário, era até bem bacana e apresentou alguns quadros inesquecíveis como “Went with the Wind”, paródia de “E O Vento Levou” onde Burnett representava Scarlett O’Hara.

A série original acabou tendo outras versões caça-níqueis como “Carol Burnett and Friends” e “Carol & Company”, duas tentativas frustradas por parte da CBS e NBC, respectivamente, de repetir o sucesso do original. Em 1991, a CBS ainda tentou fazer um revival do programa, trazendo-o de volta para uma nova temporada. Resultado? Fracasso absoluto e apenas nove episódios exibidos.

Em seu auge, The Carol Burnett Show, que chegou a ter participações muito especiais como as de Shirley MacLaine, Liza Minelli, Cher e Vincent Price, era difícil de ser batida. Com cinco Globo de Ouro debaixo do braço, ganhou consecutivamente o prêmio de melhor atriz de comédia em 77 e 78 e também consecutivamente o prêmio de melhor ator coadjuvante 75 e 76.

Apesar dos cinco prêmios na bagagem, a estatueta de Melhor Série de Comédia foi levada pelos comediantes apenas em 1971, mesmo ano em que a série Missão: Impossível estrelada por Martin Landau sagrava-se vitoriosa em Melhor Drama.

Alice

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Exibida pela primeira vez em 1976, Alice foi uma sitcom de grande sucesso. Estrelado por Linda Lavin no papel-título e exibida pela CBS, era baseada no filme vencedor do Oscar de Melhor Atriz, Alice Não Mora Mais Aqui, de 1974.

Alice contava a historia de uma mulher que após a perda de seu marido, resolve sair de New Jersey com seu filho e viajar de carro para Los Angeles, na esperança de se tornar uma cantora de sucesso. Com o carro quebrado em Phoenix e sem dinheiro para o conserto, Alice arruma um emprego como garçonete na lanchonete Mel’s Diner e de lá só sairia novamente em 2 de julho de 1985, quando foi ao ar o último episódio da série.

Mesmo com a forte concorrência da antológica série Taxi, que venceu o Globo de Ouro três vezes consecutivas de 1979 a 1981 na categoria Melhor Série de Comédia, Alice não se intimidou, “roubou” metade do Globo de Ouro de 1980, quando ao lado da série de Andy Kaufman, também consagrou-se vencedora na categoria Melhor Comédia.

No ano anterior, 1979, apesar de Taxi ter faturado o prêmio de melhor série, foi Alice quem faturou o de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. No primeiro prêmio, Linda Lavin desbancou a própria Carol Barnett, favorita naquele ano. Já na segunda estatueta, Polly Holliday, que concorria por sua popular personagem Flo em Alice, desbancou Marilu Henner, uma das protagonistas de Taxi.

Voltando para 1980, a história parecia fadada a se repetir. Na categoria de Melhor Série, que Taxi ganhava pela segunda vez consecutiva, também concorriam entre outras, Alice e M*A*S*H. Mas se Taxi desbancou M*A*S*H, Alice desbancou Taxi. E novamente nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante. Dessa vez, o páreo de Linda Lavin era acirrado: de um lado, Jean Stapleton, protagonista de All in the Family, do outro, Loretta Swit, a major Margaret Houlihan de M*A*S*H. Já na categoria coadjuvante, novamente Polly Holliday contra Marilu Henner. E novamente deu Holliday.

Dynasty

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Um dos maiores equívocos da televisão é a soap opera (mais novela do que seriado – vide Desperate Housewives) Dinastia, famosa por seus cliffhangers e erros de continuidade.

Exibida pela ABC de 1981 a 1989, Dinastia tinha seus conflitos em torno de duas famílias de Denver, Colorado que se odiavam: Carringtons e Colbys.

A primeira temporada teve audiência consistente, mas foi apenas no segundo ano da série, mais especificamente em sua season premiere, que Dinasty decolou, abrindo com o episódio “Enter Alexis”, um clássico, onde o personagem misterioso da primeira temporada retirava seus óculos escuros revelando a atriz inglesa Joan Collins (muito Ugly Betty, isso).

Alguns episódios depois a série já estava no topo da audiência figurando sempre no Top 20 da Nielsen. Em 1985, na quinta temporada, alcançou o apogeu conquistando o primeiro lugar na audiência e ganhando convidados para lá de luxuosos como o ex-presidente americano Gerald Ford – também não é para tanto, nos EUA tudo quanto é político participa de seriado. Mas na mesma velocidade em que os números subiram, eles declinaram: com o revival de comédias que se estabelecia na época (Cosby Show, Cheers etc.) Dynastia acabou perdendo o primeiro lugar para nunca mais voltar ao topo.

Apesar de todos os altos e baixos, a série teve uma carreira de sucesso nos Globo de Ouro. Levou cinco estatuetas para casa, incluindo a de Melhor Série de Drama em 1984, quando bateu a concorrência de Hill Street Blues – vencedora nos dois anos anteriores. O grande feito da novelinha talvez tenha sido conquistar estatuetas em três anos seguidos – 1982-1984. Em 82, Linda Evans deu o primeiro troféu da premiação ao programa ao vencer o prêmio de Melhor Atriz em Drama empatada com Barbara Bel Geddes, sua concorrente direta em Dallas. 1983, era uma incógnita: com grandes séries como M*A*S*H, Hill Street Blues, Dallas, Magnum, Cheers e Fame na disputa, Dynastia saiu no lucro ao levar para casa duas estatuetas: as de melhor ator e atriz de drama para John Forsythe e Joan Collins, respectivamente.

Em 1984, além do prêmio de Melhor Drama do ano, John Forsythe viria a ser coroado novamente como melhor ator do ano em drama.

Sua grande contribuição para a TV foi o surgimento de um personagem gay – que tinha até amante – em uma trama noturna de grande audiência, fazendo com que as pessoas olhassem para a situação dos gays em plena era da AIDS.

L.A. Law

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Criada por Steven Bochco, criador de Nova York Contra o Crime (NYPD Blue), L.A. Law pode ser considerada a mãe das séries de tribunal e sem dúvida, dá um show em qualquer criação de David E. Kelley, que participou aqui como escritor e produtor executivo e alcançou a glória com Emmys de Melhor Roteiro em 1990 e 91.

Vencedora de cinco estatuetas do Globo de Ouro, a série teve uma longa duração de nove temporadas e é considerada até hoje uma das séries mais populares do final da década de 80, início da de 90.

Mostrando o dia-a-dia de uma firma de direito de Los Angeles, a série deu bastante sorte em 87 e 88 quando venceu consecutivamente o prêmio de Melhor Drama do ano barrando concorrentes como Murder, She Wrote, drama/suspense que havia vencido também consecutivamente o prêmio de melhor série de drama nos dois anos anteriores.

Ainda no ano de 1988, talvez na maior zebra daquele ano, L.A. Law consagrou a atriz Susan Dey, vencedora do prêmio de Melhor Atriz de Drama, batendo a favorita da noite, Angela Lansbury (de Murder, She Wrote). Já em 1989, a historia se fadava a repetir e Jill Eikenberry acaba saindo-se a grande vencedora da noite na mesma categoria, batendo de novo Lansbury.

1990 e 1991 foram os grandes anos de Cheers e Twin Peaks e L.A. Law acabou saindo um pouco dos holofotes. Apenas em 1992 a série retornou como favorita em alguma indicação: Amanda Donohoe levou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante, derrotando as protagonistas de The Golden Girls e Cheers.

L.A. Law durou até 1994 e acumulou diversos prêmios em sua bagagem, incluindo três Emmys consecutivos de Melhor Série de Drama entre 1989 e 1991.

Quem já viu L.A. Law sabe que David E. Kelley vem copiando pequenas coisas da série em todas as séries.

Arquivo X

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Arquivo X, uma das grandes séries de todos os tempos, é uma criação de Chris Carter e foi ao ar pela primeira vez em setembro de 1993. O seriado é considerado um dos primeiros hits da Fox americana e ficou famoso por emplacar slogans mundialmente famosos na cultura pop como “The Truth Is Out There”, “Trust No One”, “Deny Everything” e “I Want to Believe”, como Heroes hoje em dia com o seu precoce “Save the cheerleader, save the world!”.

A série rodava em torno da vida dos agentes Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson), responsáveis pelas investigações dos chamados “arquivos x”, arquivos marginalizados pelo FBI devido a seu conteúdo paranormal. Duchovny fazia o papel do agente de mente aberta enquanto a personagem de Anderson havia sido originalmente transferida para o departamento para investigar as ações do trabalho inconvencional de Mulder. Apenas originalmente, pois mais tarde eles acabam virando parceiros, amigos e, bem… marido e mulher.

O auge da série foi no meio dos anos 90 e depois de cinco temporadas a série ainda gerou um filme de sucesso (“Arquivo X: O Filme”) para depois encerrar com mais quatro temporadas e um outro filme: “Arquivo X: I Want to Believe”. Nas duas últimas temporadas, a série teve um significante declínio, principalmente pelo esgotamento criativo dos roteiristas que não sabiam mais onde levar aquelas personagens e pela vontade de Duchovny de sair da série para se dedicar a sua carreira no cinema.

Na época de seu episodio final, em maio de 2002, Arquivo X era em toda a história, a série de ficção cientifica a mais tempo no ar (nove temporadas e 201 episódios) mas eventualmente perdeu o posto para Stargate SG-1. É considerada pelo TV Guide como a série de maior culto de todos os tempos, atrás apenas da franquia Star Trek. Estamos falando de um culto americano, pois mundialmente falando, perderia para Dr. Who e O Prisioneiro.

A carreira de Arquivo X no Globo de Ouro teve quatro anos de duração, sendo que em três, sendo eles 1995, 97 e 98, a série saiu-se vitoriosa na categoria Melhor Série de Drama. Em 95, a concorrência não era lá essas coisas e a série só teve que passar por cima de ER.

Em 97, houve a grande consagração da série, que levou para a Fox os três mais importantes prêmios da noite. Na categoria de melhor drama, 95 se repetiu, só que aqui a disputa foi mais apertada, mas não com ER e sim com Party Of Five que havia vencido na categoria no ano anterior. Em Melhor Ator, Duchovny passou de bom ator para grande celebridade do ano ao vencer ninguém menos do que George Clooney que concorria por ER. Interessante aqui, é que quem também concorria na categoria, era Lance Henriksen, protagonista de Millennium, série também criada por Carter. Já em Melhor Atriz, Gillian superou a incrível Christine Lahti que começava a se destacar por seu papel em Chicago Hope. Um dia inesquecível para qualquer “excer”.

O final ainda estava longe, assim como seu declínio, mas 98 chegou e foi o último ano que ganhou alguma coisa na premiação. Sem os prêmios de Melhor Ator e Atriz, parecia que Arquivo X sairia com as mãos abanando, já que dessa vez era a série que corria por fora no prêmio de Melhor Drama enquanto ER e Law & Order disputavam os holofotes. Doce engano. Somava ali, sua quinta e última estatueta na premiação.

The Sopranos

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Uma das séries mais importantes dos últimos anos The Sopranos é ambientada na terrível New Jersey. O seriado mostra o dia-a-dia de Tony Soprano (James Gandolfini), ítalo-americano que tem como desafio comandar duas famílias. De um lado, sua mulher, seu filho e sua filha. Do outro, a máfia. Grande marco da HBO ao lado de Six Feet Under, a série estreou no final da década de 1990 para no ano seguinte já conquistar quatro estatuetas do Globo de Ouro.

Desde que foi ao ar em 1999, o seriado se tornou um fenômeno cultural ganhando popularidade pelo mundo ao mostrar com exatidão a comunidade ítalo-americana, os efeitos da violência e a tênue linha que divide o certo e o errado na sociedade.

Além da notável habilidade de atuação por parte do elenco, alguns atores também se destacam por um lado mais negativo: o de quando a vida imita a arte. Como exemplo, o ator Robert Iler, que da vida a Anthony Jr., que em 2001, foi preso por assaltar à mão armada dois turistas brasileiros. O ator foi condenado a quinze anos de prisão, mas por ser menor de idade e ter alegado culpa, ganhou uma condicional de três anos.

Sopranos começou com o pé direito no Globo de Ouro. Em 2000, levou para casa os principais prêmios da cerimônia: Melhor Drama, Melhor Ator de Drama e Melhor Atriz de Drama, sem falar no prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante. Sem dúvida a maior concorrente da série no ano, era a premiada The West Wing, porém, o prêmio ficou mesmo com James Gandolfini.

Na categoria feminina parecia certo que o prêmio iria para Sopranos. A verdadeira questão, era para quem: Edie Falco ou Lorraine Bracco, que interpretavam Carmela Soprano e Dra. Jennifer Melfi, respectivamente. No fim, melhor para Falco. Ainda em 2000, o show levou outra estatueta: a de Melhor Atriz Coadjuvamente, pelo brilhante papel de Livia Soprano, mãe de Tony, interpretado pela incrível Nancy Marchand.

Com os anos seguintes monopolizados por The West Wing e Six Feet Under, Sopranos acabou levando apenas mais uma estatueta: Melhor Atriz em Drama, de novo para Falco, em 2003, derrotando nomes como Jennifer Garner e Rachel Griffiths.

Cheers

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Cheers estreou na NBC em 1982 e tinha como ponto de partida um bar de Boston onde um grupo de pessoas se reunia para beber e se divertir. Quase cancelado ainda em sua primeira temporada devido a péssima audiência, os produtores apostaram um pouco mais e Cheers acabou durando 11 temporadas e 273 episódios.

Vencedora de 26 Emmys, a série teve uma bela carreira no Globo de Ouro, sendo a quarta maior vencedora da história da premiação, e responsável pela consagração de Kelsey Grammer que interpretava a personagem Frasier, que eventualmente ganhou seu próprio show. Frasier também teve passagem pelo Globo de Ouro com dois prêmios para o próprio Grammer na categoria Melhor Ator em Comédia.

Os anos dourados de Cheers foram 1990 e 1991. Porém, foi em 1983 que a série ganhou pela primeira vez. Concorrendo com nomes de peso como Loretta Swit de M*A*S*H, Shelley Long não era favorita por ser o primeiro ano de Cheers no evento, mas a zebra rolou e Long venceu, dando a Cheers não apenas sua primeira estatueta no Globo de Ouro, mas a primeira na historia do seriado em premiações.

Em 1985, a série levou um prêmio mais importante: o de Melhor Atriz de Comédia. O engraçado aqui, é que novamente a vencedora foi Shelley Long, já que os produtores resolveram apostar e indicá-la como Melhor Atriz, uma vez que sua personagem havia crescido consideravelmente de importância durante os anos.

Depois de um longo sumiço, em 1990 a série voltou a figurar entre as vencedoras ao levar o prêmio de Melhor Ator em Comédia, faturado por Tad Danson que desbancou o grande favorito da noite, o grandalhão John Goodman, que concorria por Roseanne.

Sem dúvida, 91 foi o grande ano para Cheers no Globo de Ouro que faturou a tríplice coroa: Melhor Série, Ator e Atriz de Comédia. Na categoria de melhor ator, Danson novamente superou Goodman (e Burt Reynolds!) e levou a melhor. Já em Melhor Atriz, a vencedora foi Kirstie Alley por Cheers, ela mesma, de Fat Actress e Veronica’s Closet.

Murder, She Wrote

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Apesar de ter sido um sucesso em sua época, vencedora de seis Globo de Ouro, série de suspense de maior longevidade da história, e ter tido doze temporadas, Murder, She Wrote sempre foi renegada pela crítica.

Murder, She Wrote era assim: uma série de suspense sobre Jessica Fletcher (Angela Lansbury), famosa escritora de romances policiais que sempre, e por sempre eu digo SEMPRE, esbarrava com assassinatos em todos os lugares que ia. A polícia então começava a investigar, sem muito êxito culpando alguém qualquer, e Jessica não satisfeita com a resolução, dava uma de detetive e resolvia o crime sozinha.

Não me levem a mal, a série era sim muito boa, mas doze temporadas, ou 263 episódios é dose.

Claro que sempre rolava aquele negócio da polícia vir e mandar Jessica largar o caso por não fazia parte das investigações, mas a escritora, acabava conseguindo uma vaga de perita por ter algum fã de seus livros dentro da polícia.

Iniciada em 1984 na CBS, Murder, She Wrote foi sucesso absoluto de público, porém, ao longo de suas temporadas, foi declinando na audiência pelo esgotamento criativo dos roteiristas que até tentaram dar uma nova guinada na série mudando Jessica para Nova York, mas era tarde demais: Em 1994 estreava Friends na televisão e por dois anos “Murder” teve que concorrer diretamente com a comédia. Os índices começaram a despencar até que eventualmente, em 1996, o show deu seu adeus definitivo.

A carreira da série no Globo de Ouro começou em 1985 quando levou os prêmios de Melhor Drama do Ano (derrotando as favoritas Dinastia e Hill Street Blues) e Melhor Atriz de Drama para Lansbury. Em 86, novamente a série fatura o prêmio, dessa vez, deixando para trás Miami Vice e Dinastia entre outras.

Em 1987, 90 e 92, Lansbury novamente ganhava o prêmio de Melhor Atriz de Drama consolidando-se como uma das grandes atrizes da televisão do final dos anos 90. Suas principais concorrentes em cada ano foram John Collins de Dinastia, Susan Dey e Jill Eikenberry por L.A. Law e Dey novamente por L.A Law, respectivamente.

Ao longo de Murder, She Wrote, diversos rostos conhecidos do grande público passaram pela série, dando ao público oportunidade de rever seus atores favoritos da infância e adolescência.

Sex and the City

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Sex and the City, também conhecida como “a série que todo mundo já viu no Brasil”, estreou em 1998 e teve seis temporadas, terminando em 2004.

Mostrando a vida de Nova York através dos olhos de Carrie Bradshaw, colunista de sexo de um jornal da capital, a série foi um enorme sucesso no mundo todo e foi uma das mais revolucionárias e divisoras de águas da televisão, ao falar tão abertamente sobre sexo. Algo que claro, só a HBO trazia na época (hoje em dia temos outras como FX, AMC e Showtime).

A série, baseada no livro homônimo de Candace Bushnell, focava a vida de quatro melhores amigas de trinta e poucos anos e suas desventuras com os homens, o sexo e a noite nova-iorquina regada a muitos cosmopolitans.

Por ter sido um verdadeiro marco da televisão, foi um arrasa quarteirão no Globo de Ouro: nomeada 24 vezes a premiação e levou nada menos do que oito estatuetas. Em 2000, 2001 e 2002 não teve para ninguém e o programa faturou consecutivamente o prêmio de Melhor Comédia do ano. Na categoria de Melhor Atriz de Comédia, mesma coisa: Sarah Jessica Parker faturou três vezes consecutivas. Durante os três anos, a atriz teve como grande concorrência Calista Flockhart por Ally McBeal e Debra Messing por Will & Grace. Já a série, teve como concorrentes favoritas, Ally McBeal, Will & Grace e Spin City (vencedora do prêmio de 98 a 2000 e em 2001).

Em 2003 e 2004 a série saiu da premiação com um prêmio em cada ano. No primeiro, o de Melhor Atriz Coadjuvante para Kim Cattrall, dona do papel de Samantha, personagem inesquecível na mente de qualquer marmanjo. Em 2004, novamente o de Melhor Atriz de Comédia para Sarah Jessica Parker, tornando-a a maior vencedora da categoria na história da premiação.

All in the Family

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Voltemos para 1971, um ano após a revolução do formato do Globo de Ouro. A série All in the Family, clássico da televisão, foi vencedora de também oito estatuetas e foi ao ar pela primeira vez em 12 de janeiro de 1971 na CBS.

Baseada na série britânica Til Death Us Do Part, era protagonisada por Jean Stapleton e foi revolucionário em seu tempo por abordar verdadeiros tabus da sociedade como racismo, homossexualismo, liberdade da mulher, estupro, câncer e impotência.

Em 2002, buscando as 50 melhores séries, o TV Guide apontou All in the Family como o quarto melhor programa de todos os tempos e apontou Archie Bunker, personagem da série, como melhor personagem de todos os tempos. Por falar em Archie Bunker, em 1979, a série foi reformulada e simplesmente mudou de nome (!) para Archie Bunker’s Place. Quatro anos se passaram até que foi finalmente cancelada em 1983.

Os oito prêmios aconteceram entre 1972 e 1978, sendo quatro para Melhor Série de Comédia (72-74 e 1978), dois para Melhor Atriz de Comédia (1973 e 1974), um para Melhor Ator de Comédia (1972) e um para Melhor Atriz Coadjuvante (1975).

Em Melhor Comédia, não teve dificuldades para vencer três anos consecutivos. Suas maiores concorrentes foram The Carol Burnett Show e M*A*S*H. Em Melhor Atriz, a concorrência foi mais apertada. Em 1973, Jean Stapleton teve que passar por cima de Carol Burnett e Julie Andrews (ela mesma!). Em 1974, de novo Carol Burnett, e Cher! Na categoria de Melhor Ator, de volta a 1972, Carroll O’Conner não teve dificuldades para sair-se vencedor, porém, passando pelo talentosíssimo Dick Van Dyke.

Em 1975, a série ganhava seu sétimo prêmio: o de Melhor Atriz Coadjuvante para Betty Garrett que concorreu com Vicki Lawrence de The Carol Burnett Show, entre outros. Por fim, o último prêmio da série no Globo de Ouro: o quarto de Melhor Comédia, em 1978. A concorrência no ano não era tão forte: apenas The Carol Burnett Show já em descenso. Sua verdadeira oponente naquela noite era Happy Days, que faturou o prêmio duplo de Melhor Ator de Comédia para Henry Winkler e Ron Howard (sim, ele mesmo, que como diretor, era um ótimo ator…).

No Brasil, All in the Family foi exibida por apenas um ano, com o título de Tudo em Família. Depois, foi retirada do ar pela censura.

M*A*S*H

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Criada por Larry Gelbart em 1972, a série era inspirada no livro Catch-22 e baseada no filme de mesmo nome dirigido por Richard Hooker em 1970.

Foi através de M*A*S*H que surgiu o termo “dramédia”, devido ao seu conteúdo parte drama, parte comédia, sem uma linha de segmentação fixa. O programa, produzido pela 20th Century Fox para a CBS, acompanhava um time de médicos e seus funcionários em um hospital de Uijeongbu, durante a Guerra da Coréia. Apesar da sinopse, é visível que a série tinha como verdadeira inspiração, a Guerra do Vietnã.

M*A*S*H não foi inesquecível apenas por seus oito Globo de Ouro, mas também por ter tido a series finale de maior audiência da historia da televisão mundial. A “dramédia” teve 251 episódios e durou onze temporadas, cobrindo um período de três anos de guerra.

A história de M*A*S*H no Globo de Ouro começou em 1974, quando McLean Stevenson levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Comédia. Em 1975 e 1976, Alan Alda levou o prêmio consecutivamente ao derrotar nomes de peso como Carroll O’Connor e Johnny Carson. De 1977 a 1979, Alda continuou concorrendo, mas sem nenhuma vitória. Os anos dourados estavam por vir: Em uma incrível sucessão de prêmios, Alda levou a estatueta de Melhor Ator em Comédia em quatro anos consecutivos: de 1980 a 1983, sendo que em 82, M*A*S*H ainda consagrou-se como Melhor Série de comédia do ano.

M*A*S*H foi a primeira série da história da exibir um episódio com a narrativa em tempo real. Escrito por Alan Alda, em 1978, o roteiro mostrava médicos realizando uma cirurgia em 20 minutos. No canto inferior da tela, um relógico cronometrava tudo.

Que venham as próximas…

Bem capaz que esta lista permaneça intacta por alguns bons anos enquanto não surgir uma nova Sex and the City, uma nova All in the Family ou uma nova M*A*S*H. A conferir.

Planilha

planilha

Criei uma planilha com os vencedores de todos os anos nas principais categorias do Globo de Ouro. Para consultar, clique aqui ou na imagem acima.

Fall TV pilots 2009

Dramas serializados e story lines complexos perdem cada vez mais espaço na audiência dos principais canais abertos norte-americanos. É difícil acompanhar um programa serializado, com diversos cliffhangers e afins, por isso, todas as emissoras querem um ‘The Mentalist’ para a próxima temporada, não um ‘Lost’ ou ‘Heroes’.

Para a próxima fall season, NBC, ABC, CBS e FOX não cansam de encomendar produções de pilotos que abordam o cotidiano de médicos, policiais e advogados, ou remakes de séries e filmes de outrora.

Portanto, fiz uma lista dos pilotos que estou mais ansioso para assistir: menos pelo o que pode ser visto até agora – quase nada -, mais pelos produtores, criadores, atores e plots por trás do projeto.

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Projeto: Mercy
Produtor: Liz Heldens (‘Friday Night Lights’)
Gênero: Dramédia
Plot: Dramédia sobre a vida pessoal e profissional de três amigas enfermeiras de um hospital.

Por que assistir: Liz Heldens escreveu alguns de meus episódios favoritos de ‘Friday Night Lights’.

Projeto: Legally Mad
Produtor: David E. Kelley (‘Boston Legal’)
Gênero: Drama
Plot: Pai e filha com family issues trabalhando no mesmo escritório de advocacia.

Por que assistir: Com o fim de ‘Boston Legal’, este será o único drama de David E. Kelley no ar. Mais o grande motivo da ansiedade, é presença de Kristin Chenoweth (Pushing Daisies) no elenco.

Projeto: Lost and Found
Produtor: Dick Wolf (‘Law & Order’)
Gênero: Policial
Plot: Tessa é uma detetive da polícia de L.A. que usa métodos não-ortodoxos para identificar suas vítimas e suspeitos. Ela é designada para esta função pouco prestigiada depois de “bater cabeça” com seus superiores. Sua mesa de trabalha fica em um porão.

Por que assistir: A série é criada por Dick Wolf e estrelada por Katee Sackhoff (‘Battlestar Galactica’). Sackhoff também foi a única coisa bacana do remake de ‘Bionic Woman’. E convenhamos, série policial é o que há!

Projeto: Southland
Produtor: John Wells (‘ER’)
Gênero: Policial
Plot: Drama ambientado em L.A. sobre o dia a dia de policiais, criminosos, vítimas e suas famílias.

Por que assistir: Elenco super bacana: Michael McGrady, Michael Cudlitz, Benjamin McKenzie e Regina Kings. Outro promising cop show.

abc

Projeto: Brothers & Detectives
Produtor: Daniel Cerone (‘Dexter’)
Gênero: Policial
Plot: Após a morte do pai, detetive sem prestígio descobre que tem um irmão gênio de 11 anos de idade que passa a ajuda-lo a solucionar crimes.

Por que assistir: Realmente, isso parece uma bomba. Só coloquei na lista porque foi escrito e terá produção executiva do mesmo produtor de ‘Dexter’. O projeto é uma releitura de um drama argentino exibido na Telefe, canal aberto por lá.

Projeto: Eastwick
Produtor: Maggie Friedman (‘Jack & Bobby’)
Gênero: Comédia / Sci-Fi
Plot: Baseada no filme de 1987, a série conta a história de três mulheres modernas que após um estranho acontecimento, descobrem ter poderes mágicos.

Por que assistir: Honestamente, é outra que não eu colocaria a mão no fogo. Mas quando eu leio o nome ‘Jack & Bobby’, tudo muda.

Projeto: Happy Town
Produtor: Josh Appelbaum, Andre Nemec, Scott Rosenberg (‘October Road’)
Gênero: Crime
Plot: História de um pequeno vilarejo chamado Happy Town após o acontecimento de um grande crime.

Por que assistir: Ser criador/produto de ‘October Road’ não me diz nada, mas ser uma releitura de ‘Twin Peaks’ diz tudo. E é isto que os produtores dizem sobre a série. Como disse o Davi Garcia do Dude News, com Lynch não se brinca. Vamos ver o que sai daqui. Piloto de duas horas de duração.

Projeto: Flash Forward
Produtor: Daivd Goyer, Brannon Braga (‘Threshold’)
Gênero: Sci-Fi
Plot: Todas as pessoas do mundo apagam por dois minutos e têm visões de seu futuro. O caos se instala.

Por que assistir: Pode ser que seja muito trash ou muito boa, mas o argumento pelo menos é original. O lance é ver se há fôlego para mais de uma temporada. Provavelmente não.

Projeto: Inside the Box
Produtor: Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’)
Gênero: Drama
Plot: O dia a dia de repórteres de uma agência de notícias em Washington.

Por que assistir: O nome Shonda Rhimes me desanima. Mas todo o resto me apetece.

Projeto: Untitled Dave Hemingson
Produtor: Dave Hemingson (‘How I Met Your Mother’)
Gênero: Dramédia
Plot: Jovem boa pinta consegue emprego de advogado em uma poderosa firma de entretenimento em L.A.

Por que assistir: Um dos melhores argumentos da fall season. ‘Entourage’ meets ‘Melrose Place’ meets ‘L.A. Law’. Parece divertida e ‘How I Met Your Mother’ é um ótimo cartão de visitas.

Projeto: V
Produtor: Scott Peters (‘The 4400′)
Gênero: Sci-Fi
Plot: Baseada na clássica mini série de 1983, conta a história da resistência humana contra alienígenas-lagartos.

Por que assistir: Sempre fui contra uma releitura de ‘V’, mas se é para acontecer, Scott Peters é um bom nome para ser o showrunner. E quem não gosta de uma invasão alienígena?

cbs

Projeto: House Rules
Produtor: Michael Seitzman, Mark Gordon (‘North Country’, ‘Grey’s Anatomy’)
Gênero: Drama
Plot: Congressistas iniciando suas carreiras em Washington.

Por que assistir: Realmente não sei. Mas pode ser bacana. Faz tempo que as emissoras tentam emplacar alguma série bacana que se passe em Washington.

Projeto: Back
Produtor:
?
Gênero:
Drama
Plot:
Um homem volta para casa e descobre que ele é considerado desaparecido pelos últimos oito anos, desde o 11 de setembro. Ele então tenta se reconectar com sua família e com o mundo.

Por que assistir: O argumento parece bom demais para a TV aberta. Curioso para entender melhor como a série vai se desenvolver.

fox

Projeto: Masterwork
Produtor: Paul Scheuring (‘Prison Break’)
Gênero: Aventura
Plot: Uma equipe tem como função viajar o mundo e recuperar artefatos e obras preciosas. Alguma coisa nos moldes de ‘National Treasure’ e ‘Código Da Vinci’.

Por que assistir: Só porque é do Paul Scheuring, pois tem cara de ser uma bomba.

Projeto: Maggie Hill
Produtor: Ian Biederman (‘Shark’)
Gênero: Drama
Plot: Todo gênio tem seus problemas. Maggie Hill é uma cardiologista brilhante, mas também sofre de esquizofrenia.

Por que assistir: Médica e louca… House de saia?

Projeto: Virtuality
Produtor: Ron Moore (‘Battlestar Galactica’)
Gênero: Sci-Fi
Plot: Drama de ficção-científica que se passa em dois mundos diferentes: no espaço e em mundo virtual sem limites (?).

Por que assistir: Preciso dar uma chance para um plot tão bizarro quanto este, e por ser um projeto do Ron Moore. Mas as coisas não parecem boas, considerando que a FOX pediu uma segunda versão do piloto.

E você? Quais destas você mais está ansioso para assistir? Deixei alguma de fora injustamente?


Editor


Pedro Beck é jornalista e crítico de TV.


Contato:
pedrobeck@gmail.com

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